KFG Torres · Diagnóstico comercial · Semana 4

Vendas previsíveis começam antes da mídia.

A KFG tem conhecimento técnico para vender e entregar. O salto agora é transformar conversas soltas em oportunidades com canal, dono, etapa, prazo, próxima ação, registro e gestão.

Estado atual

Hoje há venda, mas ainda não há operação comercial gerenciável.

O desenho atual funciona melhor em baixo volume e por indicação. Quando a empresa tenta ativar Google, Instagram, WhatsApp rastreável ou mídia, a concentração de papéis vira gargalo.

Fluxo observado

Frederico concentra a parte crítica do comercial.

Atendimento, visita técnica, proposta e negociação ficam concentrados em Frederico. Bárbara atua mais depois da aprovação, em compras, contratos, pagamentos e documentação.

Ausências operacionais
  • Sem CRM ou fonte única de oportunidades.
  • Sem funil formal, SLA ou cadência de follow-up.
  • Sem rotina semanal de pipeline.
  • Sem motivo de perda e leitura de margem por oportunidade.
DimensãoEstado atual observadoRisco comercial
CRMInexistenteOportunidades não ficam visíveis para gestão.
ProcessoNão formalizadoCada atendimento depende de condução individual.
SLANão definidoLeads esperam conforme disponibilidade do responsável.
CadênciaNão registradaFollow-up depende de memória ou iniciativa pontual.
PipelineSem rotinaNão há leitura semanal de propostas, visitas e perdas.
Cliente oculto

Técnica forte; continuidade frágil.

Este recorte mostra um risco comercial concreto: lead com demanda clara precisa de resposta, registro e próximo passo.

14:37
Lead envia saudação.Primeiro contato recebido via WhatsApp.
14:39
Demanda comercial informada.Lead comprou apartamento e quer trocar o piso.
15:23
Primeira resposta de Frederico.LRT comercial de 44 minutos após a demanda.
15:26
Áudio técnico.Orientação sobre metragem, retirada do piso antigo, contrapiso e execução correta.
16:51
Lead responde com detalhes.Confirma retirada, nivelamento, manta no banheiro e porcelanato.
25/06
Sem continuidade registrada.Oportunidade fica sem chamada clara, próximo passo ou follow-up observado.
LRT comercial observado
44 min
Recorte único, contado a partir da mensagem em que o lead informou a necessidade.

A orientação técnica foi boa; o próximo passo comercial não ficou claro no recorte analisado.

Cliente oculto · evidência visual

O print mostra onde o processo perde continuidade.

A evidência visual ancora a conversa: houve demanda clara, resposta técnica e uma oportunidade de conduzir o lead para visita, orçamento ou retorno agendado.

Print do cliente oculto no WhatsApp da KFG Torres
Print usado como evidência visual do cliente oculto: demanda informada, resposta posterior, orientação por áudio e ausência de próximo passo explícito no recorte analisado.
Fato observado

Horários e mensagens constam no relatório de cliente oculto de 2026-06-25.

Leitura

O lead estava engajado porque informou demanda específica e respondeu com detalhes técnicos.

Ajuste de processo

Resposta, qualificação, registro, próximo passo e follow-up viram rotina comercial.

Cliente oculto · leitura comercial

O atendimento técnico vira processo comercial.

A conversa revela capacidade técnica. A evolução está em transformar orientação em coleta mínima, etapa, registro, próximo passo e acompanhamento.

O que foi bom
  • Domínio técnico sobre retirada do piso antigo, contrapiso e execução correta.
  • Tentativa inicial de qualificação por nome, bairro e metragem.
  • Sinal de qualidade: preocupação explícita em evitar execução mal feita.
O que travou previsibilidade
  • LRT de 44 minutos em uma demanda comercial já informada.
  • Acolhimento inicial pouco estruturado para um lead quente.
  • Qualificação incompleta: fotos, prazo, endereço aproximado e disponibilidade não ficaram registrados.
  • Ausência de chamada clara para fotos, visita, orçamento, agenda ou retorno.
  • Sem follow-up registrado após o lead detalhar a necessidade.

Cada atendimento passa a ter etapa, responsável, próxima ação e acompanhamento.

Por que vendas previsíveis

Mais leads sem estrutura podem aumentar o desperdício.

Antes de acelerar mídia, a KFG organiza a entrada, a qualificação, o acompanhamento e a medição das oportunidades.

1

Mais mídia

Ativa Google, Instagram, WhatsApp e outros canais.

2

Mais leads

Mais mensagens entram no mesmo desenho operacional.

3

Mesmo processo informal

Resposta, triagem e follow-up seguem dependentes de disponibilidade.

4

Mais risco

Perda de velocidade, sobrecarga, propostas sem retorno e margem sem controle.

ProcessoComo o lead entra, é qualificado, avança, recebe proposta e é acompanhado.
DadoO que fica registrado sobre origem, demanda, etapa, valor, prazo e resultado.
GestãoComo a liderança revisa o pipeline, destrava gargalos e decide onde investir.

Previsibilidade começa na capacidade de receber, qualificar, acompanhar e medir cada oportunidade.

Fontes externas: Harvard Business Review, Salesforce e McKinsey.

O que significa para a KFG

Previsibilidade é saber onde a receita está travando.

Não é sobre prever exatamente quem vai fechar. É sobre controlar o suficiente para saber se o problema está na demanda, na qualificação, na visita, na proposta, no preço ou no acompanhamento.

Perguntas de gestão
  • Quantos leads entraram nesta semana?
  • De onde vieram: indicação, WhatsApp, Instagram ou Google?
  • Quantos viraram visita técnica agendada?
  • Quantas propostas estão sem follow-up?
  • Por que as oportunidades foram perdidas?
Cadastro mínimo
  • Dono, origem, etapa e tipo de demanda.
  • Bairro/cidade, urgência, fotos e disponibilidade.
  • Valor estimado ou proposta quando houver escopo.
  • Próxima ação com data e status final.

Oportunidade com dono, etapa e próxima ação entra na rotina de gestão.

Funil mínimo

O funil transforma atendimento em gestão.

Sem funil, tudo parece lead. Com funil, a KFG enxerga onde a venda trava e qual alavanca destrava receita.

01
Lead recebido
Contato entrou por WhatsApp, indicação, Instagram, Google ou telefone.
02
Lead qualificado
Demanda real, região atendida, serviço compatível e informações mínimas.
03
Oportunidade
Vale visita por ticket, urgência, aderência e viabilidade operacional.
04
Visita técnica
Avaliação presencial ou remota antes de escopo e proposta.
05
Proposta enviada
Escopo, preço e data de envio registrados.

A KFG passa a enxergar se o gargalo está na demanda, na triagem, na agenda técnica ou na proposta.

Funil mínimo · critérios de passagem

Cada etapa tem critério, dono e dado registrado.

O funil vira gestão quando cada passagem tem responsável e informação mínima visível para decisão.

EtapaCritério práticoDonoDado mínimo registrado
Lead recebidoContato entrou por canal rastreável.BárbaraData, origem, nome, contato e canal.
Lead qualificadoDemanda real, região atendida, serviço compatível e informações mínimas coletáveis.BárbaraTipo de serviço, bairro/cidade, urgência, fotos/vídeos e prazo desejado.
OportunidadeVale avaliação técnica por ticket, aderência, viabilidade ou prioridade comercial.Bárbara com validação de Frederico quando necessárioMotivo de qualificação, prioridade, responsável e próxima ação.
Visita técnicaDemanda exige avaliação presencial ou remota antes de escopo e proposta.FredericoData da visita, status da agenda, observações técnicas e pendências.
Proposta enviadaEscopo e preço foram enviados com data e regra mínima de margem observada.Frederico, com governança de Karleone quando aplicávelData de envio, valor, escopo e aprovação quando houver risco.

Cada oportunidade mostra até onde avançou, quando volta para acompanhamento e por que foi ganha ou perdida.

Modelo matemático simples

Receita previsível é uma conta simples.

A conta não exige um CRM sofisticado no primeiro dia. Ela exige disciplina para registrar poucos dados com consistência.

Receita estimada = Leads x % qualificados x % visita/proposta x % fechamento x ticket médio
Demanda

O problema é falta de contatos ou perda depois da entrada?

Ajuda a decidir se faz sentido investir em mídia ou ajustar absorção.

Qualidade

Os contatos têm região, serviço e potencial compatíveis?

Ajuda a ajustar mensagem, segmentação e critérios de triagem.

Fechamento

A venda trava em proposta, follow-up, preço, timing ou margem?

Ajuda a proteger receita saudável, não apenas volume bruto.

Sem histórico, a fórmula organiza a gestão. O forecast confiável nasce depois do registro recorrente.

Fonte externa: Predictable Revenue.

CRM como fonte única de verdade

O CRM transforma funil em registro.

O funil define os dados; o CRM guarda os dados. A ferramenta não é o ponto central. O ponto é criar uma fonte mínima de verdade para a KFG deixar de depender de memória, WhatsApp pessoal e percepção subjetiva.

Funil define os dadosLead, qualificação, oportunidade, visita, proposta, follow-up e resultado indicam os campos do CRM.
CRM guarda e organizaOrigem, etapa, responsável, valor, próxima ação, última interação, status e resultado.
Gestão decideLRT, pipeline, perdas, forecast básico futuro, gargalos e origem dos leads entram na rotina.
Desbloqueios imediatos
  • Histórico da conversa.
  • LRT e primeira resposta.
  • Próxima ação com data.
Aprendizado comercial
  • Motivo de perda.
  • Origem da oportunidade.
  • Taxa por etapa do funil.
Gestão executiva
  • Forecast básico futuro.
  • Gargalos de visita, proposta e follow-up.
  • Decisão de mídia com menos percepção subjetiva.
CampoPergunta que respondePor que importa
OrigemDe onde veio esse lead?Compara WhatsApp, indicação, Instagram, Google e outros canais.
EtapaEm qual ponto do funil está?Mostra se o gargalo está na triagem, visita, proposta, follow-up ou fechamento.
ResponsávelQuem conduz agora?Evita oportunidade sem dono.
Próxima açãoO que acontece e quando?Transforma atendimento em cadência.
ResultadoPor que ganhou ou perdeu?Cria aprendizado sobre preço, timing, confiança, concorrência e fit.

Fonte externa: HubSpot.

Máquina comercial em fases

O ponto não é trocar o gargalo de pessoa. É montar a máquina comercial.

Karleone assume a coordenação comercial no curto prazo: rotina, prioridades, margem e próximos passos. A operação precisa separar atendimento, avaliação técnica, orçamento e fechamento sem criar um organograma pesado.

FrenteComo fica para a KFG
Gestão comercialKarleone conduz cadência, prioridade, margem e decisões de estrutura no curto prazo.
Entrada e follow-upBárbara ou apoio comercial recebe, qualifica, registra e acompanha a próxima ação.
Técnica e fechamento inicialFrederico valida os casos técnicos, participa das visitas críticas e conduz o fechamento no início.
OrçamentoA KFG define um dono claro para composição de escopo, custo, margem e prazo.
Evolução comercialQuando houver maturidade, a cadeira de consultor de vendas concentra pré-venda, negociação, follow-up e fechamento.
Fase 1 · 30 a 45 dias

Organizar antes de contratar.

Bárbara ou apoio comercial organiza atendimento, triagem, agenda e follow-up. Frederico segue na avaliação técnica e no fechamento inicial. Karleone conduz cadência, prioridade e regra de margem.

Fase intermediária

Reduzir dependência técnica de Frederico.

A primeira alavanca pode ser uma função técnica de visita e orçamento: levantar escopo, organizar informações e preparar a base da proposta antes do fechamento.

Desenho-alvo

Máquina enxuta, sem organograma corporativo.

Gestão comercial, consultor de vendas, visita técnica e orçamento com papéis claros, rotina semanal e indicadores simples.

Pessoa / funçãoAgoraDepois
KarleoneCoordenação comercial, plano tático, rotina semanal e decisões de margem.Mantém a gestão ou transfere para uma cadeira comercial formal.
FredericoAvaliação técnica, visitas críticas, proposta e fechamento inicial.Sai da porta de entrada e reduz dependência em orçamentos simples e follow-up.
BárbaraAtendimento, triagem, agenda, registro e follow-up.Pode evoluir para consultora de vendas se tiver habilidade comercial; se não, segue em suporte comercial.
Visita técnica / orçamentoFunção ainda concentrada em poucas pessoas.Assume levantamento, escopo, custo, margem e prazo para liberar Frederico.
Consultor de vendasAinda não consolidado.Cadeira futura única para pré-venda, negociação, follow-up e fechamento.

Venda consultiva, avaliação técnica e orçamento aparecem como funções diferentes dentro da operação.

Ritual semanal de vendas

Toda semana, a liderança decide o que precisa avançar.

A reunião deve olhar oportunidades abertas, visitas, propostas, follow-ups e decisões de preço. Karleone puxa a cadência comercial; Frederico entra nas decisões técnicas e nos fechamentos que ainda dependem dele.

BlocoO que a liderança olhaDecisão da semana
Entradas novasQuantidade, origem, tipo de demanda e primeiro responsável.Priorizar os contatos com maior potencial e corrigir canal com baixa qualidade.
Sem respostaLeads parados sem retorno, sem data ou sem próximo passo.Definir dono e prazo para cada caso.
VisitasDemandas que precisam de avaliação técnica presencial ou remota.Confirmar agenda, responsável e informações necessárias antes da visita.
OrçamentosPropostas em preparação, dados faltantes, custo, margem e prazo.Resolver pendências e liberar envio com critério mínimo de margem.
Propostas em abertoPropostas enviadas sem retorno, objeções e próximos follow-ups.Acionar D+1, D+3, D+7 ou encerrar com motivo registrado.
Ganhos e perdasVendas fechadas, oportunidades perdidas e motivo principal.Ajustar abordagem, preço, canal ou critério de qualificação.
Coordenação comercial

Karleone dá ritmo e critério.

Conduz prioridades, margem, exceções, contratação e escala. O atendimento diário segue com quem opera a rotina.

Responsabilidade técnica

Frederico entra onde gera mais valor.

Participa de avaliação técnica, proposta crítica e fechamento inicial, sem precisar absorver toda entrada e todo follow-up.

Fontes externas: Geckoboard e InsideSales.

Governança · lista mínima

Toda semana, a gestão olha a mesma lista.

A fonte de verdade pode começar simples, como planilha ou CRM leve. O requisito é mostrar oportunidades abertas, leads sem resposta, propostas sem follow-up e casos de desconto ou margem.

Fila 1

Oportunidades abertas

Lead, origem, tipo de demanda, etapa, responsável, valor estimado e próxima ação.

Fila 2

Leads sem resposta

Contatos sem primeira resposta ou sem retorno após informação enviada.

Fila 3

Propostas sem follow-up

Propostas enviadas sem retorno em D+1, D+3 ou D+7.

Fila 4

Descontos e margens

Propostas com redução de preço, material + mão de obra, escopo incerto ou risco financeiro.

Campo mínimoUso na gestão
OrigemSaber se a oportunidade veio de indicação, WhatsApp, Instagram, Google, arquiteto, síndico, cliente antigo ou outro canal.
EtapaEnxergar se o gargalo está em triagem, visita, proposta, follow-up ou fechamento.
ResponsávelEvitar oportunidade sem dono claro.
Próxima açãoGarantir que toda oportunidade tenha prazo e movimento definido.
Valor estimado/propostaPriorizar pelo potencial e pelo risco financeiro.
Margem ou regra de aprovaçãoSeparar venda boa de venda que pode virar prejuízo.
Motivo de perdaAprender se o problema é preço, prazo, escopo, concorrência, distância, baixa margem ou timing.

Oportunidade sem próxima ação está parada.

Governança · indicadores mínimos

Poucos indicadores já mostram onde a venda trava.

Não é um dashboard complexo. É o painel mínimo para decidir velocidade, origem, avanço no funil, follow-up, ganho/perda e qualidade econômica das propostas.

Indicador mínimoO que medeDecisão que permite
LRTTempo entre entrada do lead e primeira resposta útil.Ajustar SLA e cobertura de atendimento.
Oportunidades por origemQuantidade e qualidade por indicação, WhatsApp, Instagram, Google, arquiteto, síndico ou outro canal.Investir no canal que gera oportunidade real, não apenas contato.
Visitas agendadas e realizadasConversão da triagem em avanço técnico.Proteger agenda de Frederico e priorizar demandas melhores.
Propostas/orçamentos enviadosProdutividade da etapa técnica-orçamentária e comercial.Entender se o gargalo está antes ou depois da proposta.
Follow-ups feitos e pendentesCadência após proposta e após envio de informações pelo lead.Recuperar oportunidades paradas antes de tratar como perda.
Ganhos e perdas por motivoResultado e causa principal de cada oportunidade.Ajustar preço, abordagem, canal, segmentação ou critério de qualificação.
Descontos e margem por propostaSaúde econômica das vendas em negociação.Aprovar, ajustar ou bloquear exceções antes de escalar mídia.

Trava antes de mídia: não escalar leads pagos sem canal oficial rastreável, responsável por primeira resposta, SLA mínimo, lista de oportunidades abertas, follow-up de proposta e regra de aprovação de desconto/margem.

Fontes externas: Geckoboard e InsideSales.

Plano de ação

O próximo passo não é sofisticar; é criar controle mínimo.

A evolução acontece por horizontes: canal, dono, SLA e registro; depois triagem, agenda, orçamento e pipeline; em seguida CRM leve, governança e validação das funções comerciais.

Amanhã / imediato
Controle mínimo de entrada
  • Definir canal oficial.
  • Definir Bárbara ou apoio comercial para primeira resposta e triagem.
  • Definir SLA e registro mínimo.
  • Frederico entra em técnica, visita ou fechamento inicial.
7 a 15 dias
Triagem, agenda e orçamento
  • Roteiro de triagem.
  • Agenda de visitas.
  • Regra de orçamento e margem.
  • Cadência D+1, D+3 e D+7.
30 a 60 dias
CRM leve e governança
  • Funil e critérios de qualificação.
  • Motivos de perda.
  • Validação de Bárbara como consultora ou suporte.
  • Teste da função de visita técnica e orçamento.
Cenário ideal
Consultor, técnico, orçamento e gestão
  • Canais rastreados.
  • Funil medido.
  • Consultor de vendas único.
  • Técnico e orçamentista definidos.

A S4 entrega diagnóstico, caminho de estruturação e próximos passos comerciais.

Plano de ação · amanhã

Definir canal, dono, SLA e registro mínimo.

O primeiro ganho é parar de perder visibilidade sobre novos contatos. Todo lead entra por canal oficial, tem responsável e termina com próxima ação.

Decisões imediatas
  • Escolher canal principal de entrada comercial: WhatsApp Business, número da empresa, formulário ou equivalente.
  • Definir Bárbara ou apoio comercial como primeira resposta e triagem inicial.
  • Definir prazo máximo de primeira resposta em horário comercial.
  • Revisar diariamente contatos sem retorno.
  • Frederico entra quando houver necessidade técnica, visita ou fechamento inicial.
  • Nenhum lead fica sem pedir fotos, confirmar bairro, agendar visita, retornar em data definida ou encerrar com motivo.
Campos mínimos da planilha inicial
  • Data de entrada, nome, contato e origem.
  • Tipo de demanda, bairro/cidade e fotos/vídeos recebidos.
  • Etapa atual e responsável.
  • Próxima ação com data.
  • Valor estimado/proposta quando houver escopo.
  • Motivo de perda quando não avançar.

Bárbara ou apoio comercial ganha velocidade e registro; Frederico fica preservado para avaliação técnica, proposta e fechamento inicial.

Plano de ação · 7 a 15 dias

Transformar contato em rotina comercial e técnica.

Depois do canal e do registro, entram qualificação, agenda de visita, orçamento e acompanhamento de proposta.

Roteiro mínimo para Bárbara
  • Qual serviço será executado?
  • O imóvel fica em qual bairro/cidade?
  • É apartamento, casa, prédio, condomínio ou espaço comercial?
  • Há fotos, vídeos ou medidas aproximadas?
  • Existe urgência, data limite ou restrição de condomínio?
  • Precisa apenas de mão de obra ou também de material?
  • Qual melhor janela para visita técnica, se for necessário?
Rotina operacional
  • Critério de passagem para Frederico: risco técnico, visita, ticket relevante, obra condominial, prazo crítico ou dúvida de viabilidade.
  • Janelas semanais de visita visíveis para Bárbara propor horários.
  • Regra de orçamento: quem prepara, quais casos exigem validação de margem e quando Karleone entra em exceções.
  • Cadência de follow-up em D+1, D+3 e D+7, ajustável por ticket e urgência.
  • Reunião semanal para revisar leads sem resposta, visitas, propostas, orçamentos, perdas, margem/preço e canais.

Agenda visível, regra de passagem e regra de orçamento evitam que o gargalo apenas mude de lugar.

Plano de ação · 30 a 60 dias

CRM leve, margem e validação das funções comerciais.

Com a rotina mínima rodando, a KFG migra da planilha para um CRM leve e decide qual função comercial reforçar primeiro.

CRM leve
  • Origem, etapa, responsável, valor, próxima ação e histórico.
  • Funil: lead recebido, lead qualificado, oportunidade/visita, proposta, follow-up, ganho e perdido.
  • Indicadores mínimos: LRT, origem, visitas, propostas, follow-ups e perdas.
Critérios do funil
  • Lead qualificado: demanda real, região atendida, serviço compatível, informações mínimas e potencial.
  • Oportunidade: vale avaliação técnica por ticket, urgência, viabilidade, complexidade ou relevância estratégica.
  • Perda: preço, prazo, distância, escopo fora do foco, baixa margem, falta de retorno, timing, concorrente ou inviabilidade técnica.
Margem e preço
  • Proposta simples: Frederico prepara; Bárbara acompanha envio e follow-up.
  • Material + mão de obra: validar margem antes do envio ou desconto.
  • Desconto acima do limite: Karleone ou aprovador valida antes de avançar.
  • Risco técnico/financeiro: Frederico valida execução; Karleone valida viabilidade comercial.
  • Estrutura: testar se o gargalo pede consultor de vendas, visita técnica e orçamento ou suporte comercial.

Próxima decisão: validar a evolução de Bárbara e a entrada de uma função de visita técnica e orçamento antes de um vendedor completo.

Plano de ação · cenário ideal

Mídia decidida pelo funil, não por percepção.

O cenário ideal é saber quais canais trazem oportunidades reais, quais avançam no funil e quais geram venda com margem.

Estado desejado
  • WhatsApp, Google, Instagram, indicação, arquitetos, síndicos e clientes antigos com origem rastreada.
  • Todo lead com origem, etapa, responsável, valor estimado, próxima ação e status final.
  • Reunião semanal de pipeline e revisão de propostas sem follow-up.
  • Taxas básicas acompanhadas por etapa: entrada, qualificação, visita, proposta, follow-up e fechamento.
  • Consultor de vendas conduz pré-venda e fechamento; técnico visita e levanta escopo; orçamentista compõe custo, margem e prazo.
Perguntas que a KFG passa a responder
  • Qual canal gerou mais oportunidades reais?
  • Quais leads viraram visita técnica?
  • Quais propostas ficaram sem retorno?
  • Onde a venda trava: entrada, qualificação, agenda, proposta, preço, margem ou follow-up?
  • Quais serviços valem escalar por margem, complexidade e capacidade operacional?

A KFG passa a enxergar quais canais trazem oportunidades que avançam no funil e geram margem.

Plano de ação · Estruturação comercial · 45 dias

Em 45 dias, o comercial deixa de depender de memória e passa a operar por método.

A estruturação comercial é o braço operacional do plano de ação: desenha o processo, implanta a rotina mínima e treina a supervisão para que lead, proposta e follow-up não fiquem soltos no WhatsApp.

Dias 1-10

Desenhar o processo.

Funil, cadência, motivos de perda, KPIs e rotina de acompanhamento saem do campo conceitual e viram desenho operacional.

Dias 11-30

Implantar a rotina.

Scripts, playbook, campos obrigatórios, tarefas e responsáveis conectam atendimento, CRM leve e follow-up.

Dias 31-45

Treinar e supervisionar.

O time roda as primeiras rotinas, acompanha SLAs, perdas e conversões, e cria baseline inicial de KPIs.

A S4 mostra o caminho de implantação para tornar a previsibilidade possível.

Estruturação comercial · fases

As fases organizam processo, implantação e supervisão.

A sequência evita tentar resolver tudo no primeiro dia: primeiro desenha a operação mínima, depois implanta campos e cadência, por fim treina a equipe para operar com acompanhamento.

Dias 1-10
Desenho do processo
  • Definir funil: lead recebido, lead qualificado, oportunidade e venda.
  • Documentar cadência D+1 / D+3 / D+5 / D+7.
  • Padronizar envio de orçamento e fechamento.
  • Definir motivos de perda e KPIs.
  • Desenhar rotina de acompanhamento comercial.
Dias 11-30
Implantação
  • Criar scripts e playbook de atendimento.
  • Parametrizar Kommo: funil, tarefas e campos obrigatórios.
  • Configurar cadência de follow-up e responsáveis.
  • Reimplantar automações e roteamento por filial.
Dias 31-45
Treinamento e supervisão
  • Treinar time comercial na nova operação.
  • Rodar primeiras rotinas de acompanhamento.
  • Acompanhar tarefas, SLAs, perdas e conversões no CRM.
  • Estabelecer baseline inicial de KPIs.

A supervisão vira funil, tarefas, motivos de perda, SLA e revisão de KPIs.

Estruturação comercial · diagnóstico vira escopo

Cada lacuna observada vira um componente de implantação.

A proposta de estruturação não aparece como pacote genérico. Ela nasce das lacunas da S4: concentração, canal não rastreável, LRT, falta de próximo passo, ausência de funil e risco de margem.

Lacuna atual observadaRisco para a KFGComponente da estruturação
Atendimento concentrado em FredericoLead sem resposta, sem dono ou sem registro quando ele está em obra.Papéis e matriz de responsabilidades.
Ausência de canal oficial rastreávelOrigem, volume, qualidade e LRT ficam invisíveis.Canal oficial, registro obrigatório e rotina de entrada.
Cliente oculto com 44 minutos de LRTOportunidades interessadas podem esfriar.SLA de primeira resposta e regra de cobertura.
Conversa técnica sem próximo passoO cliente entende a orientação, mas não sabe o que fazer depois.Roteiro, chamada para visita/fotos/orçamento e checklist.
Falta de CRM e funil formalNão há base para medir etapa, gargalo, motivo de perda ou forecast futuro.CRM leve, funil comercial e campos mínimos.
Risco de margem em descontosMais demanda pode aumentar receita bruta e piorar margem.Governança de preço, exceções e revisão semanal.

Próxima etapa: transformar lacunas em rotina operacional com papéis, canal oficial, SLA, roteiro, CRM leve, campos mínimos e governança de preço.

Estruturação comercial · escopo

Estrutura primeiro. Previsibilidade depois.

A S4 entrega o diagnóstico e o caminho. A próxima etapa implanta método, CRM leve, rotina e baseline comercial.

Previsibilidade nasce quando lead, proposta, follow-up e margem entram em uma rotina gerenciada.

Escopo de uma etapa futura
Forecast confiável de receita.
CRM implantado e adotado.
Taxa média de fechamento.
Processo comercial definitivo.
Mídia escalável imediatamente.
Vendas previsíveis já entregues.

Próximo movimento: primeiro registro e SLA, depois triagem e pipeline, depois CRM leve e governança.